Nietzsche - Os valorosos Medíocres.

São benévolos entre si, os Medíocres.



"Caro Senhor, inclua-me, nos seus devaneios."

Do Menino, pra Nietzsche.

Os valorosos medíocres. Surgiram como?

Possuidores de riquezas extraordinárias, enobrecem espontaneamente virtudes natas.

Implantadores de engenhosidades simplórias, chegando as profundezas das sementeiras, onde vivem e brotam as florestas, habitat preferido dos ninhos, eclosões multiplicadoras de pensamentos filosóficos.

Parecendo fertilizantes, impactam o reino de pensador.

Criam mosaicos, uma raia. Enclausurando-nos, desautorizando-nos. a “Pensar o Não Pensado”.

Oscilando-me descontroladamente,
aqui na caverna, grosseiro polarizei, sozinho, compondo fantasiosos cenários.

"Estreláricos..."

"Nieláticos..."

Neste processo coletivo, os grãos de areia, mesmo não tendo a visão da essencial particularidade dos seus movimentos, desafiam as habilidades inúteis dos que querem água.” (Menino).

Permaneci em uma só virtude. A dos animais, como eu, animais viventes, nadantes, alucinados na gloria bem-aventurada, da vertente inexplorada da margem oposta...

Senhor. Seria eu mais um prepotente?

Seria preeminência platónica, minha?

Quem sabe, sou eu hiatinielista?

Senhor,  a travessia, individual.

Consideras possível?

São corretos, leais e benévolos uns para com os outros, como são corretos, leais e benévolos entre si os grãos de areia.” Friedrich Nietzsche

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